
sábado, 5 de abril de 2008
Histórias de famílias de imigrantes na internet
A pesquisa no portal será feita através do sobrenome. O internauta terá acesso a dados de mais de 12 mil diferentes nomes de famílias, como e quando eles chegaram ao Estado e o nome do município onde moraram.
O diretor técnico do Arquivo Público, Cilmar Franceschetto, disse que esses números ainda vão aumentar, já que à medida que são localizadas outras fontes documentais, novos integrantes são inseridos na base de dados.
Franceschetto também é coordenador do Projeto Imigrantes Espírito Santo, que deu origem ao portal, e contou que o levantamento sobre os imigrantes começou em 1995. "Com os dados em mãos, as pessoas vão poder construir a árvore genealógica, ter acesso à história de sua família e obter dados para dar entrada no processo de dupla cidadania", completou o coordenador.
O projeto conseguiu informatizar as listas de passageiros dos navios, que trouxeram milhares de famílias para o Espírito Santo. Ele foi iniciado em 1995, devido à grande procura dos pesquisadores, descendentes dos imigrantes, em busca por informações sobre as origens dos seus antepassados.
O endereço do portal é http://www.imigrant
Do jornal A Tribuna
__,_._,___
Escravos britânicos
Link: http://content.
Londres, 2 abr (Lusa) - O site www.ancestry.
As informações incluem detalhes relativos a 2,7 milhões de escravos e 280 mil proprietários oriundos de 17 antigas colônias britânicas, incluindo a Jamaica.
Os processos vão de 1812 a 1834 e podem ser consultados por nome, por ano de nascimento e pelo sexo do escravo, bem como pelo nome do "senhor" que o detinha.
De acordo com o site, mais de um milhão de britânicos são originários das antigas colônias do Caribe, como a modelo Naomi Campbell e piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton, e descendem majoritariamente de escravos.
"O registro dos escravos representa um recurso vital e, para muitos, estes são os únicos arquivos que existem sobre os seus antepassados"
Fonte: http://www.agencial
Câmara dos Vereadores disponibiliza arquivo para pesquisa pública
Pensando em tornar conhecido este acervo e viabilizar o acesso ao público à documentação histórica, além de incentivar a produção literária e as pesquisas, a Câmara implantou em outubro do ano passado o Projeto "Câmara Municipal Memória Legislativa"
A pesquisa já pode ser feita.
Com datas limites de 1819 a 2007, o acervo documental é composto por atas, livros de posse e escrituras de compra e venda de escravos e terras. O arquivo documental da Câmara Municipal de Niterói teve suas funções oficializadas através da Lei Orgânica dos Municípios, de 1 de outubro de 1828, decretada pelo Imperador Dom Pedro I, a qual organizou a administração municipal do Brasil.
"Qualquer pessoa vai poder ter acesso a tudo que está arquivado na Câmara, através da internet ou do arquivo original. Calculamos que o acervo tenha cerca de cinco quilômetros lineares de documento, que vão desde a fundação da Casa até hoje, de acordo com levantamento feito na década de 90".
A abertura dos portos brasileiros: 1800-1808: Uma colônia entre dois impérios...
Agência de Notícias da Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
02/04/2008
A abertura dos portos brasileiros: 18001808: Uma colônia entre dois impérios revela novas descobertas históricas sobre a vinda da corte portuguesa para o Brasil (foto: divulgação)
Sob direção inglesa
02/04/2008
Por Fábio de Castro
Agência FAPESP No dia 28 de janeiro de 1808, quatro dias depois da chegada da família real portuguesa ao Brasil, o príncipe regente D. João 6º promulgava sua primeira carta régia, que seria decisiva para o futuro da colônia: o decreto de abertura dos portos brasileiros.
Mas, nesse episódio crucial da história, Portugal e Brasil não passaram de coadjuvantes: o real protagonista foi o império britânico. A transferência da corte foi uma decisão arquitetada em Londres, em 1807, com a intenção exclusiva de atender aos interesses econômicos ingleses. E os portos foram abertos de fato a partir de 1800, por meio da ação violenta do contrabando.
Essas avaliações são algumas das principais contribuições à historiografia trazidas pelo livro A abertura dos portos brasileiros: 1800-1808: Uma colônia entre dois impérios, de José Jobson de Andrade Arruda, lançado no mês passado.
De acordo com Arruda, professor titular do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), a pesquisa que deu origem ao livro foi feita no âmbito do Projeto Temático Dimensões do Império Português, apoiado pela FAPESP.
"Documentos descobertos em estudos realizados recentemente em arquivos na Inglaterra me permitiram fazer uma abordagem explicativa que transfere aos ingleses o projeto de trazer a corte portuguesa ao Brasil", disse à Agência FAPESP o também pró-reitor da Universidade do Sagrado Coração, em Bauru (SP).
Segundo Arruda, o livro derruba a interpretação clássica sobre a razão essencial da transferência da corte para o Brasil. A maior parte dos livros atribui a fuga da família real à ameaça representada pela iminente invasão da península Ibérica pelas tropas francesas. "Com as novas descobertas, Napoleão Bonaparte deixou de ser uma explicação estrutural daquele episódio e passou a ser apenas uma explicação conjuntural", disse.
A explicação estrutural, segundo o historiador, está em um projeto racionalmente arquitetado pelo Foreign Office britânico. A decisão da transferência da corte foi tomada em uma reunião da Convenção Secreta de Londres, assinada em 22 de outubro de 1807.
"Essa convenção, assinada pelo plenipotenciário português Domingo de Sousa Coutinho e por George Canning, secretário de estado dos negócios estrangeiros da coroa britânica, delineava o perfil das futuras relações comerciais entre Portugal, Inglaterra e Brasil", afirmou Arruda.
Segundo ele, a pesquisa desvendou as motivações econômicas por trás desses acontecimentos. Durante séculos, os ingleses haviam se acostumado com saldos polpudos provenientes de transferências líquidas, na forma de metais preciosos, do tesouro lusitano para o britânico. Mas, a partir de 1790, o governo britânico foi surpreendido com uma inversão na balança comercial com Portugal.
"A razão para essa inversão estava no Brasil. O algodão da colônia portuguesa alimentava a indústria têxtil inglesa. E as mesmas moedas feitas com o ouro brasileiro e com a efígie de D. João 4º que haviam inundado os cofres ingleses, começaram a voltar para Portugal, a fim de pagar as importações de algodão", explicou.
Portugal: industrialização iminente
O professor ressalta que, embora o Brasil colonial seja lembrado até hoje como exportador exclusivo de açúcar (que correspondia a 36% da mercadoria vendida para o exterior), a exportação de algodão era significativa (24%). "Tudo isso foi resultado da bem-sucedida política do marquês de Pombal, no fim do século 18, cujo intuito era combater o déficit comercial com a Inglaterra", disse.
A balança comercial favorável era possibilitada por um novo padrão de colonização e acumulação, no qual a metrópole, em um contexto de industrialização, recebia matérias-primas estratégicas, como algodão e couros, e enviava manufaturas de volta à colônia.
"Era uma questão de oportunidades. Os ingleses acabavam de perder sua grande colônia fornecedora de algodão: os Estados Unidos. Precisavam então comprar o algodão brasileiro. Por outro lado, o Brasil não comprava mais manufaturados da Inglaterra, mas de Portugal, que estava no rumo de uma industrialização bem projetada", afirmou.
Nesse contexto, a partir de 1791 os ingleses passaram a estimular o contrabando nas costas brasileiras, desrespeitando o monopólio português. Em 1800, com déficits cada vez mais elevados, iniciaram uma política ainda mais agressiva de contrabando. Naquele ano, entraram na barra do Rio de Janeiro 70 navios estrangeiros.
"Com o decreto de D. João, em 1808, o número foi o mesmo: 70 navios. Em 1809, foram 83. Isso mostra que desde 1800 houve uma abertura ilegal e que a carta régia teve mero caráter formal. Naquele ano, os gráficos mostram que a entrada de produtos portugueses no Brasil desmoronou", apontou.
Em 1805, a Inglaterra iria mais longe: diante das necessidades financeiras ainda mais acirradas pela ofensiva napoleônica, George Canning projetou a ocupação do Rio de Janeiro ou, alternativamente, Salvador em uma expedição que contaria com 10 mil homens e seria realizada em 1806. Os documentos que comprovam esse projeto, segundo Arruda, foram descobertos na Biblioteca Pública de Londres.
O projeto de invasão, no entanto, não foi necessário. "Quando Napoleão decidiu invadir a península Ibérica, ele ajudou os ingleses inadvertidamente. A expedição com 10 mil homens foi desviada para a tomada de Montevidéu e Buenos Aires em 1807. E os ingleses assinaram, no fim daquele ano, a Convenção Secreta que os dispensou de invadir a colônia portuguesa", disse.
A convenção, ratificada por D. João 6º e pelo rei da Inglaterra George 3º, estabelecia todos os passos a serem seguidos: a transferência da corte que ocorreu 38 dias depois , a abertura formal dos portos e os tratados comerciais de 1810.
"Os dados obtidos na pesquisa do projeto temático mostram que, do ponto de vista econômico, o principal impacto da abertura dos portos foi que o Brasil passou a ser fornecedor de algodão e consumidor de tecidos da Inglaterra, que substituiu Portugal nesse mister, ganhando o mercado brasileiro. O algodão brasileiro passou então a alimentar a industrialização inglesa, estrangulando a economia portuguesa", disse Arruda.
A abertura dos portos brasileiros, segundo o autor do livro agora lançado, teve ainda outra conseqüência benéfica para os ingleses: destruiu a jovem indústria têxtil da França, que era a principal consumidora de algodão brasileiro até ali.
* Livro: A abertura dos portos brasileiros: 1800-1808: Uma colônia entre dois impérios
* Editora: Edusc
* Páginas: 192
* Preço: R$ 29
* Mais informações: www.usc.br/edusc
AGÊNCIA FAPESP - R. Pio XI, 1500 - Alto da Lapa - CEP 05468-901 - São Paulo-SP - Brasil
Tel: (+55) 11 3838 4000 Fax. (+55) 11 3838 4117
E-mail: agencia@fapesp.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Immigrantes revoltosos:
Fonte: "A Provincia de SP" do dia 30/01/1889 - Quarta-Feira
A Provincia de SP do dia 29/01/1889 - Terça-Feira - pág 3
(Para) Trieste - Vap. austr Meduza. Peimann Ziegeer & C., 700 s. café valor 61: 080 $
A Provincia de SP do dia 25/01/1889 - Sexta-Feira - n. 4.146 - pág 3
Vapores Esperados: (em SP)
Meduza - Trieste dia 29
Vapores a Sair: (de SP)
Meduza - Trieste dia 31
Embarcações em descarga no dia 28.01.1889
Vapor austriaco Meduza Trieste, alfandega e trapiche do Vapor
Jornal do Commercio do dia 28/01/1889 - Segunda - Anno 67 - n. 28
Embarcações despachadas dia 26/01/89 para Santos:
Vapor austríaco Meduza de 2.077 tons Consignatarios J. Bradshaw & C: segue em lastro
Movimento do Porto:Saída dia 26/01/89 (do RJ) para Santos:
Comm. Malusa: carga vários gêneros e passageiros portugueses Bernardo Dias e D. Luiza Ayres de Lemos
Jornal do Commercio do dia 27/01/1889 - Domingo - Anno 67 - n. 27 - pág 6
Aço: 50 caixas a C. W. Gross & C., 10 a Araujo Martins & C.
Cachimbos:
Calçados:
Cerveja:
Etiqueta:
Farinha de trigo:
Ferragem:
Leques:
Madeira em obra:
Metal:
Obras de couro:
Papel:
Vermouth:
Vidros:
Vinho:
3 caixas à ordem
Visconde de Albuquerque
O Papai (Guilherme Auler, 1914-1965), relatou em artigo publicado no "Jornal do Brasil" (25/08/1957) que, em 1941, por indicação do Prof. Hélio Viana, recebeu correspondência do Cel. Laurênio Lago, solicitando a colaboração para completar seu trabalho de pesquisa sobre os titulares pernambucanos, no sentido de corrigir e complementar o "Archivo Nobiliarchico", dos Barão de Vasconcellos e Barão Smith de Vasconcellos (Lausanne: Imprimerie La Concorde, 1918)Nas palavras de Guilherme Auler: "Ocorreu, então, o inevitável: o asaunto igualmente nos atraiu e apaixonou. E das portas onde baterámos em busca de soluções, chegaram outros oferecimentos valiosos de temas marginais. Destacamos os retratos e curiosos livros de família, apressadamente copiados, [...]".
http://www.irwanderley.eng.br/Nobiliarquia/BaraoTracunhaem/BaraoTracunhaem.htm
Assim, Guilherme Auler pesquisou e obteve cópias fotostáticas dos decretos de nomeação dos titulares pernambucanos, colecionou retratos, reunião notas biográficas e procurou traçar a genealogia desses agraciados.
Digitalizei (em anexo) o retrato do Consº Antonio Frco. de Paula e Hollanda Cavalcanti d’Albuquerque (Visconde de Albuquerque), obtido por fotografia de litografia constante de "A Grande Politica - Balanço do Imperio no Reinado Actual - Liberaes e Conservadores - estudo politico-financeiro", Tito Franco d'Almeida (Rio de Janeiro: Imperial Instituto Artistico, 1877).
http://memoria.nemesis.org.br/index.php?o=p
O Imperial Instituto Artístico sucedeu a conhecida oficina tipo-litográfica fundada por Henrique Fleuiss, estando no verso da fotografia anotado, a lápis, (a letra não é de G.A.):
"Visconde de Albuquerque
Litografia de A. Off.
Reproduzida do livro "A
Grande Política", de
Tito Franco de Almeida."
Aliás a litografia está assinada: "A.[nônimo] [da] Off.[icina]".
Pedro Auler
Santa Teresa, Rio de Janeiro, RJ
P.S.: "A Grande Política" é interessante leitura sobre economia e finanças do Império (passei os olhos em trecho que discute o liberalismo e o intervencionismo). P.A.
Fonte: GenealBR
Felgueiras Gayo "on line"
Além Paraíba-MG
AHAP/CEPESLE
http://www.arquivohistorico-mg.com.br/
sangalli@arquivohistorico-mg.com.br
Barão de Caldas
CALDAS
O barão e visconde de CALDAS foi Luiz Antônio de Oliveira
que nasceu em Minas Gerais.
Adendas
Luís Antônio de Oliveira - agraciado com o título (Dec 19.07.1879) de Barão de Caldas; elevado ao título ( Dec 10.08.1889 ) de Visconde de Caldas. Título de origem toponímica, tomado à cidade onde nasceu o titular. Filho de Joaquim José de Oliveira e Francisca Cândida da Paixão, neto paterno de Joaquim José de Oliveira e Rita Maria da SIlva, neto materno do Padre Francisco Antônio Junqueira e Antônia Maria da Paixão. Nasceu em Caldas -MG em 30.08.1831 e faleceu em LUMINÁRIAS - MG, na Fazenda do Jardim , às 8 horas do dia 05.03.1910. Foi sepultado no adro da Igreja Matriz de São Tomé das Letras - MG. Casou-se a primeira vez com sua prima Francisca Cândida Junqueira da Costa, no dia 24.11.1852 em São Tomé das Letras e foram pais de: 1- Maria Luiza de Oliveira c.c. Joaquim Junqueira ; 2- Francisca Cândida de Oliveira; 3- Clotilde Hortênsia de Oliveira c.c. Carlos Ribeiro Gomes da Luz. Casou a segunda vez, em Baependi - MG , com Felicidade Ribeiro Gomes da Luz, Viscondessa de Caldas, filha de Antônio Máximo Ribeiro da Luz e Mariana Gomes Ribeiro e foram pais de : 1- Elvira Augusta de Oliveira c.c. Aristides Cecílio de Assis Coimbra; 2- Antonieta Augusta de Oliveira c.c. Camilo de Assis Coimbra; 3- Mercedes Augusta de Oliveira c.c. Antônio Benedito Valadares Ribeiro 4- Luís Antônio de Oliveira c.c. Maria Rita de Andrade.
Colaborador: Rogério Evandro Farah - pesquisador no Rio de Janeiro
http://br.geocities
__,_._,___
