sábado, 14 de julho de 2012

Projeto Fortalezas Multimidia - Novidades nº60

 
 

Número: 60 [13/07/2012]

8º Seminário de Cidades Fortificadas e 3º Encontro de Gestores de Fortificações



A Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército – DPHCEx, a Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e o Espacio Cultural Al Pie de la Muralla convidam para a participação no 8º Seminário de Cidades Fortificadas e 3º Encontro de Gestores de Fortificações que será realizado no período de 22 a 26 de outubro de 2012, no Forte de Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil, sob a organização da DPHCEx.

O evento originou-se em 2005 no Uruguai, onde ocorreram as cinco primeiras edições sob a coordenação do Espacio Cultural Al Pie de la Muralla. Em 2010 a Universidade Federal de Santa Catarina deu início à trajetória brasileira do seminário em Florianópolis e, em 2011 a Prefeitura de Bertioga foi a anfitriã e organizadora do evento. A edição de 2012 terá a participação de estudiosos e gestores brasileiros (Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo) e de diversos países convidados (Chile, Cuba, Holanda, México, Paraguai, Porto Rico, Portugal e Uruguai) permitindo um enriquecedor intercâmbio de pesquisas e experiências relacionadas ao estudo, à documentação, à preservação, à valorização e à gestão das fortificações históricas desses referidos países.

Acesse a página da 8ª edição do seminário para inscrição no evento e para outras informações: 8seminariocidadesfortificadas.blogspot.com.br

Informações sobre as sete edições anteriores do seminário, inclusive com acesso aos textos integrais de todas as apresentações já realizadas, estão disponíveis no endereço: www.cidadesfortificadas.ufsc.br.
Foto: Barckert&Sartori. Acervo Projeto Fortalezas Multimídia/UFSC

Pesquisa documental sobre fortificações em Santa Catarina



O Projeto Fortalezas Multimídia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está digitalizando o acervo documental sobre as fortificações catarinenses.

Esse projeto foi tema de reportagem publicada no site da Revista de História da Biblioteca Nacional
(revistadehistoria.com.br) e na página da UFSC
(noticias.ufsc.br/2012/06/28/fortalezas-multimidia-realiza-pesquisa-documental-sobre-fortificacoes-em-santa-catarina/).

Clique no link ao lado para saber mais.
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Conheça mais sobre o Projeto Fortalezas Multimídia e suas publicações: Fortalezas Multimídia, Museu Victor Meirelles e De Portugal ao Sul do Brasil

www.fortalezasmultimidia.com.br
Nosso e-mail: projeto@fortalezasmultimidia.com.br

Derrube-me se for capaz - Revista de História da Biblioteca Nacional

Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional

 

BFH é nesta terça

Biblioteca Fazendo História discute doenças epidêmicas que marcam o passado e o presente das sociedades urbanas brasileiras. Evento ocorre nesta terça (17), às 16h, na Biblioteca Nacional [Leia mais]

Derrube-me se for capaz

Projeto Fortalezas Multimídia digitaliza todo o acervo documental sobre as primeiras fortificações catarinenses  [Leia mais]

O bispo vermelho?

Falecido aos 91 anos no Rio de Janeiro, D. Eugenio Sales foi uma importante figura da ala conservadora da Igreja Católica, tendo sido um dos mais ferrenhos opositores à Teologia da Libertação [Leia mais]

Cine História: Guerra sem cortes

Por meio do plano-sequência, diretores de cinema aproximam o espectador de grandes dramas históricos [Leia mais]

Arte em família

Exposição que resgata 90 obras dos artistas baianos João Francisco e Manoel Lopes Rodrigues marca os 94 anos da fundação do Museu de Arte da Bahia [Leia mais]

Loja virtual

Na Loja virtual da Revista de História, você pode assinar a revista por um ou dois anos, além de comprar exemplares da revista História da Ciência, assim como a coleção História no Bolso. [Confira]

 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

ORIUNDI - Edição 444 - Giornalismo fatto con passione

 
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Anno 9 - Numero 444 - Venerdì, 13/07/2012
Imigração/Immigrazione
I migranti visti dai cittadini residenti in Italia [it]
Il 59,5% dei cittadini afferma che nell'Italia gli immigrati sono discriminati, cioè sono trattati meno bene degli italiani. In particolare, la maggior parte degli intervistati ritiene...
Trabalho/Lavoro
Ocse: in Europa 48 milioni di disoccupati [it]
Sono circa 48 milioni i disoccupati in Europa, quasi 15 milioni in più rispetto all'inizio della crisi finanziaria nel 2007. E' quanto emerge dall'ultimo rapporto dell'Ocse...
Cidadania italiana/Cittadinanza italiana
Cittadinanza per matrimonio, nuove regole: il prefetto di Firenze firma i primi 200 decreti [it]
Sono 200 i primi decreti di concessione della cittadinanza italiana per matrimonio firmati in questi giorni dal prefetto Luigi Varratta. Si avvia così anche a Firenze la nuova fase di attuaz...
Spazio dei lettori

Programa de radio. Municipio do Rio Grande do Sul – Sobradinho. Gemellaggio com Cornedo Vicentino (VI) IT. Projeto Leão na Praça - COMVERS[ leggi tutto ]
Mario Augusto Lazzari - Sobradinho - RS - lazzarigemellaggio@gmail.com

 

Imigração Alemã no Brasil - Panorâmica e questionamentos - por Gerhard Erich Boehme

 

BrasilAlemanha - De Primeiro Mundo por um Brasil de Primeiro Mundo


    

Convite: Prêmio Distinção Imigração Alemã 2012 para Eva Sopher e Erlo A. Endruweit





 
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Notícia do portal www.brasilalemanha.com.br - um universo temático à sua espera. Aguardamos sua visita! Cadastre seus amigos (quadro abaixo), que poderão descadastrar-se a qualquer momento, sem problema, caso assim optarem, acionando mecanismo simples de remoção, inserido no próprio mailing. Ou mande suas sugestões para: contato@brasilalemanha.com.br. Obrigado! Sílvio Aloysio Rockenbach, editor.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Colonos suíços

 

Colonos Suíços

 

Autor(es): Xico Graziano

O Estado de S. Paulo - 10/07/2012

Em junho de 1855, uma leva de imigrantes suíços aportou em Santos, vinda no navio Kronprinz Ernest August. A bordo estava o mestre-escola Thomas Davatz. Eles traziam na bagagem a esperança de se tornar, muito antes dos italianos, colonos do café. Fascinante história.

A incrível jornada da primeira imigração europeia destinada ao trabalho nas lavouras cafeeiras começou, formalmente, em 1847. Essa é a data de fundação da Colônia Senador Vergueiro, um empreendimento promovido na Fazenda Ibicaba, situada no município paulista de Limeira. A inovadora ideia criaria, por um século, um regime agrário único: o colonato paulista.

No contrato, escrito, de parceria oferecido aos imigrantes residia a grande novidade do sistema Vergueiro. O pioneiro termo estabelecia certo número de pés de café para cada família zelar, desde o plantio até a colheita. Esta se repartiria entre o colono e o fazendeiro. Facultava-se ainda o plantio de gêneros alimentícios no entremeio da lavoura principal, quando ainda nova, ou em áreas marginais da propriedade. Todas as transações se registrariam em cadernetas. Nomeavam-se árbitros que, em reuniões públicas, resolviam as dúvidas porventura surgidas entre as partes contratantes.

Fazendeiros tradicionais, acostumados com as regras rígidas da escravatura, e culturalmente formados no modelo latifundiário nordestino, achavam liberal demais a proposta Vergueiro. Mas a busca de braços livres agradou no Velho Mundo. Ela oferecia uma espécie de eldorado aos camponeses europeus, começando por aqueles que viviam miseravelmente nos Alpes suíços.

Naquela época, tendo entrado pelo Vale do Paraíba, do Rio de Janeiro rumo a São Paulo, os cafezais começavam a se estabelecer nas terras roxas da região de Campinas. Por ali se estabeleceram também as primeiras famílias de imigrantes, retratadas genuinamente nas Memórias de um Colono no Brasil, livro escrito em 1858 por quem vivenciou aquela jornada: o suíço Thomas Davatz.

Ele relatou a labuta diária, os sonhos e os pesadelos da sua gente, que trocou a pátria-mãe buscando o progresso no além-mar. Seu livro representa um extraordinário depoimento, único na historiografia nacional, sobre as condições de vida dos primeiros imigrantes que chegaram para trabalhar na formação da economia cafeeira de São Paulo. Emociona o leitor moderno.

Davatz começa por descrever os aspectos singulares da nova terra para onde vieram seus patrícios trabalhar. Impressionam-no as enxurradas no verão, a força vegetativa da terra, as doenças que os ameaçam, pernilongos e abelhas que os picam, cobras, formigas saúvas. Destaca o "perigo" do desconhecido bicho-de-pé, larvas que lhes provocam ferimentos doloridos embaixo das unhas. Vida de Jeca Tatu.

É realmente fantástico. Imaginem, há 157 anos, desembarcarem por aqui alvos povos acostumados ao gelo das montanhas, destinados a enfrentar as vicissitudes da Mata Atlântica, carpindo e colhendo café junto com escravos, morando em taperas corroídas pelo quente e úmido clima tropical. Um agravante: boa parte deles nem sequer tinha experiência na lida da terra.

Atesta o historiador Sérgio Buarque de Holanda, tradutor do livro de Davatz. No rico prefácio da obra ele esclarece que, em certo sentido, havia uma política de verdadeira depuração nacional nos países de origem, que empurravam para a fila dos navios não apenas camponeses de fato, mas gente de todo tipo, incluindo bandidos e idosos, deficientes e desocupados. Não seria fácil seu destino.

O martírio começava no desembarque do navio. Tudo precaríssimo. Nem a Hospedaria dos Imigrantes, construção famosa décadas mais tarde, fora ainda erguida. Recepcionados no pátio, ali receberiam as instruções sobre a fazenda onde se fixariam. Dura viagem. O grupo suíço de Davatz levou 17 dias, desde a subida da Serra do Mar até a Fazenda Ibicaba, marchando a pé, somente as crianças nas cestas das mulas, em carros de boi a caravana. Uma epopeia.

Alguns navios os trouxeram. Ao todo, seguindo a receita da parceria de Vergueiro para o café, 26 colônias se instalaram em fazendas situadas nos municípios de Limeira, Rio Claro, Campinas, Amparo, Jundiaí, Pirassununga e Piracicaba. Nelas residiam, segundo levantamento da época, 251 famílias de suíços, com ascendência alemã ou francesa, um contingente de 1.180 pessoas. Maior que o de alemães, belgas ou portugueses, companheiros de ilusão.

Afora as angústias da mente, saudosa do berço original, e os sofrimentos da carne, advindos do árduo trabalho na roça, surgiram desconfianças financeiras entre os colonos e o patrão. Que cresceram com frustrações na colheita. Uma sequência de ameaças e mal-entendidos criou um caldo efervescente que resultou num dos fatos históricos mais surpreendentes, e desconhecidos, da época do café: a Revolta de Ibicaba.

Na véspera do Natal de 1856, um grupo de 85 colonos suíços, liderados por Davatz, pegou em armas para protestar. Sua narrativa descreve em detalhes "o levante dos colonos contra seus opressores". Mas há controvérsias sobre o ocorrido. Outros personagens depõem contra o comportamento intolerante de Davatz. Encrenqueiro era sua fama.

Não houve tiros, nem violência. Mas acabara ali, naquela grita de Ibicaba, a experiência de parceria no café que trouxera ao Brasil, pioneiramente, os suíços. Assustaram-se os europeus com o episódio, suspendendo os embarques. Parecia propaganda enganosa.

Quem veio permaneceu. E, duramente, venceu. Essa é a origem, entre nós, dos Heitzmann, Schmidt, Altmann, Lutz, Rupert, colonos suíços que ajudaram a construir a riqueza do Brasil. Vinte anos depois, chegaram os italianos.

sábado, 7 de julho de 2012

Males que apavoram o Brasil - Revista de História da Biblioteca Nacional

Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional

 

Urbanismo para quem?

Grandes eventos expõem caráter segregador e rodoviarista da Barra da Tijuca, bairro nobre da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Historiadores criticam projeto elaborado por Lucio Costa na década de 1960 [Leia mais]

Males que apavoram o Brasil

Biblioteca Fazendo História discute doenças epidêmicas que marcam o passado e o presente das sociedades urbanas brasileiras. Evento ocorre terça (17), às 16h, na Biblioteca Nacional [Leia mais]

Nasce um clássico

Há cem anos, ocorria o primeiro Fla-Flu da história. O tradicional Fluminense venceu os incipientes rubro-negros por 3 a 2, inaugurando um clássico futebolístico que avançaria o século e dividiria torcidas [Leia mais]

Memória dinâmica

Acervo online do Estadão fecha alguns recursos do hotsite para assinantes, bibliotecas e universidades conveniadas. Projeto tem nova abordagem do passado e se diferencia das demais iniciativas de digitalização de periódicos no Brasil [Leia mais]

Cine História: Autópsia da razão

Acervo online do Estadão fecha alguns recursos do hotsite para assinantes, bibliotecas e universidades conveniadas. Projeto tem nova abordagem do passado e se diferencia das demais iniciativas de digitalização de periódicos no Brasil [Leia mais]

Bolivarianismo em xeque

Venezuela vai às urnas em outubro. População decidirá se Hugo Chávez permanece ou não no poder. Apesar dos meses pela frente, algumas polêmicas já afetam a campanha da oposição [Leia mais]

Memórias da guerra

Exposição em homenagem aos 80 anos da Revolução Constitucionalista de 1932 chega em Brasília no dia 4 e fica em cartaz até o fim do mês [Leia mais]

Triste despedida

Morre o historiador Antonio Jacó Brand, um dos maiores pesquisadores de educação indígena no Brasil [Leia mais]

Impérios que viraram Estados

Em entrevista à RHBN David Armitage, professor de Harvard, fala sobre a Declaração de Independência dos EUA [Leia mais]

Hermanos independentes

Conhecer a formação dos países vizinhos pode ser um importante recurso para apresentar nossa História aos alunos [Leia mais]

Loja virtual

Na Loja virtual da Revista de História, você pode assinar a revista por um ou dois anos, além de comprar exemplares da revista História da Ciência, assim como a coleção História no Bolso. [Confira]

 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

ORIUNDI - Edição 443 - Giornalismo fatto con passione

 
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Anno 9 - Numero 443 - Venerdì, 06/07/2012
Imigração/Immigrazione
Sono quasi 644mila gli stranieri che vivono nei piccoli Comuni [it]
Gli stranieri che hanno scelto un piccolo Comune come propria residenza sono 643.081, con un'incidenza sul totale della popolazione complessiva residente in tali realtà pari a 6,2%. Ta...
Rete consolare
Embaixada da Itália no Brasil: Aviso de admissão de empregados com contrato [pt] [it]
Publicado o edital de concurso para a contratação de dois funcionários para as funções de motorista, assistente e telefonista (...
Estatística/Statistica
Istat: in Italia la disoccupazione giovanile è al 36,2% [it]
La disoccupazione in Italia a maggio ha subito un lieve calo, ma resta altissima, al 36.2% quella giovanile. Sono i dati sul mercato del lavoro diffusi ieri (02) dall'Istat. Immediata la reaz...
Italianos no Exterior/Italiani all'Estero
Associazione Bellunesi nel Mondo, comunicato: sistematica cancellazione dal registro regionale dei Circoli Veneti all'estero [it]
Il Consiglio Direttivo dell'Associazione Bellunesi nel Mondo assiste con amarezza e rabbia alla sistematica cancellazione, da parte dell'A...
Spazio dei lettori

Aos amigos da oriundi pesso que mande por gentileza a revista ao meu amigo Fabio Pozzer. Un abbraccio a tutti,[ leggi tutto ]
Elson Giuliani - Pres. AISS -

 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

MP investigará cobrança por serviço gratuito em cemitérios

MP investigará cobrança por serviço gratuito em cemitérios


Jornal "O Dia", hoje dia 03 de julho, 2012
Por Christina Nascimento
Rio -  Descobrir onde está enterrado um parente pode custar até R$ 120 num dos 13 cemitérios da cidade administrados pela Santa Casa da Misericórdia. A cobrança é irregular, segundo a prefeitura — que multou a entidade na semana passada —, mas mesmo assim continua ocorrendo.
A 'cotação' do valor depende de quem atende o telefone no setor de busca de óbitos na sede, no Centro. O pagamento não garante a informação. E, claro, não há devolução do dinheiro. Se o cliente souber a data exata do falecimento, o serviço para encontrar o túmulo pode custar R$ 80.
Informação sobre enterros antigos está em livros deteriorados. A taxa ilegal varia conforme a dificuldade para localizar jazigos | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia
Caso contrário, um parente pode desembolsar R$ 40 além desse valor. Mas há casos de quem conseguiu a informação pagando 'cafezinho' de R$ 30 no cemitério do Caju. "Depois do agrado, em meia hora, um funcionário me passou onde estava enterrado meu avô. Isso é um absurdo. Um roubo. Um descaso", disse uma pesquisadora que estuda árvores genealógicas de famílias imigrantes no Rio.
O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar a cobrança abusiva e os danos ao cidadão. A Secretaria Municipal de Conservação disse que não consta na tabela estabelecida do município para tarifas de serviços funerários o item 'busca de óbitos'. Por causa disso, a Santa Casa foi multada em ínfimos R$ 569, 70.
Fato é que a prefeitura não sabia da atividade ilegal porque, provavelmente, desconhecia que o serviço é oferecido no site da entidade (www. santacasarj.org.br). Lá, aparece o telefone para o qual se deve ligar para fazer a consulta do valor (2220-7842), que, segundo o texto na página, pode demorar sete dias úteis se o falecimento ocorreu nos últimos dez anos, ou 20 dias se foi há mais tempo.
A Santa Casa se defendeu dizendo que não há irregularidades. "Além de financiar a mão de obra, a taxa é usada para a conservação dos registros de sepultamento e tabelada a partir de cálculos feitos pela própria Santa Casa, conforme prevê cláusula contratual com a Prefeitura do Rio de Janeiro", alega.

Memória dos cariocas no cemitério do Caju está largada à ação do tempo
Livros antigos, empoeirados, expostos e sem o trabalho de restauração adequado. A memória do Rio de Janeiro está comprometida no acervo de registros de óbitos do cemitério do Caju.
Quem busca uma informação se depara com um cenário que mais lembra um catálogo de repartições do início do século. Sem um sistema digitalizado, os milhares de nomes de falecidos são procurados manualmente, em páginas degradadas pela ação do tempo.
"Como pode uma capital tão importante como o Rio não ter um serviço de busca com alta tecnologia num cemitério grande desse?", questiona uma genealogista, que preferiu não se identificar porque rotineiramente usa o sistema no cemitério.
A Santa Casa de Misericórdia afirmou que os responsáveis pelos arquivos de óbitos realizam manutenção periódica dos livros. A prefeitura decidiu fazer uma nova concorrência pública para escolher os novos administradores dos cemitérios sob gerência da entidade.
O edital de licitação não tem data ainda para publicação. Uma das exigências é que o sistema de registro de óbitos seja digitalizado.



AMPLIAÇÃO DO ATENDIMENTO CBG

 
 
 
 
 
AMPLIAÇÃO DO ATENDIMENTO CBG
 
 
O Colégio brasileiro de Genealogia leva ao conhecimento de todos que - além do horário habitual das segundas-feiras, 13 às 17 horas - passou a haver atendimento na sede CBG também à tarde das terças-feiras, de 14 às 17 horas, a partir de 1º de julho, com o Diretor Guilherme Serra Alves Pereira.
 
Pede-se divulgação nas demais listas de genealogia, a fim de que alcance maior número de interessados.
 
Atendimento CBG
2ª - feira - de 13 às 17 horas
3ª - feira - de 14 às 17 horas
 
Consequentemente, mais um horário para contato telefônico
55-21-2221-6000.
 
 
A Diretoria
 
 
 
 

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