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Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional
Biblioteca Fazendo História discute doenças epidêmicas que marcam o passado e o presente das sociedades urbanas brasileiras. Evento ocorre nesta terça (17), às 16h, na Biblioteca Nacional [Leia mais]
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Falecido aos 91 anos no Rio de Janeiro, D. Eugenio Sales foi uma importante figura da ala conservadora da Igreja Católica, tendo sido um dos mais ferrenhos opositores à Teologia da Libertação [Leia mais]
Por meio do plano-sequência, diretores de cinema aproximam o espectador de grandes dramas históricos [Leia mais]
Exposição que resgata 90 obras dos artistas baianos João Francisco e Manoel Lopes Rodrigues marca os 94 anos da fundação do Museu de Arte da Bahia [Leia mais]
Na Loja virtual da Revista de História, você pode assinar a revista por um ou dois anos, além de comprar exemplares da revista História da Ciência, assim como a coleção História no Bolso. [Confira]
Anno 9 - Numero 444 - Venerdì, 13/07/2012 Imigração/Immigrazione I migranti visti dai cittadini residenti in Italia [it] Il 59,5% dei cittadini afferma che nell'Italia gli immigrati sono discriminati, cioè sono trattati meno bene degli italiani. In particolare, la maggior parte degli intervistati ritiene... Trabalho/Lavoro Ocse: in Europa 48 milioni di disoccupati [it] Sono circa 48 milioni i disoccupati in Europa, quasi 15 milioni in più rispetto all'inizio della crisi finanziaria nel 2007. E' quanto emerge dall'ultimo rapporto dell'Ocse... Cidadania italiana/Cittadinanza italiana Cittadinanza per matrimonio, nuove regole: il prefetto di Firenze firma i primi 200 decreti [it] Sono 200 i primi decreti di concessione della cittadinanza italiana per matrimonio firmati in questi giorni dal prefetto Luigi Varratta. Si avvia così anche a Firenze la nuova fase di attuaz... Altre notizie
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Autor(es): Xico Graziano |
| O Estado de S. Paulo - 10/07/2012 |
| Em junho de 1855, uma leva de imigrantes suíços aportou em Santos, vinda no navio Kronprinz Ernest August. A bordo estava o mestre-escola Thomas Davatz. Eles traziam na bagagem a esperança de se tornar, muito antes dos italianos, colonos do café. Fascinante história. A incrível jornada da primeira imigração europeia destinada ao trabalho nas lavouras cafeeiras começou, formalmente, em 1847. Essa é a data de fundação da Colônia Senador Vergueiro, um empreendimento promovido na Fazenda Ibicaba, situada no município paulista de Limeira. A inovadora ideia criaria, por um século, um regime agrário único: o colonato paulista. No contrato, escrito, de parceria oferecido aos imigrantes residia a grande novidade do sistema Vergueiro. O pioneiro termo estabelecia certo número de pés de café para cada família zelar, desde o plantio até a colheita. Esta se repartiria entre o colono e o fazendeiro. Facultava-se ainda o plantio de gêneros alimentícios no entremeio da lavoura principal, quando ainda nova, ou em áreas marginais da propriedade. Todas as transações se registrariam em cadernetas. Nomeavam-se árbitros que, em reuniões públicas, resolviam as dúvidas porventura surgidas entre as partes contratantes. Fazendeiros tradicionais, acostumados com as regras rígidas da escravatura, e culturalmente formados no modelo latifundiário nordestino, achavam liberal demais a proposta Vergueiro. Mas a busca de braços livres agradou no Velho Mundo. Ela oferecia uma espécie de eldorado aos camponeses europeus, começando por aqueles que viviam miseravelmente nos Alpes suíços. Naquela época, tendo entrado pelo Vale do Paraíba, do Rio de Janeiro rumo a São Paulo, os cafezais começavam a se estabelecer nas terras roxas da região de Campinas. Por ali se estabeleceram também as primeiras famílias de imigrantes, retratadas genuinamente nas Memórias de um Colono no Brasil, livro escrito em 1858 por quem vivenciou aquela jornada: o suíço Thomas Davatz. Ele relatou a labuta diária, os sonhos e os pesadelos da sua gente, que trocou a pátria-mãe buscando o progresso no além-mar. Seu livro representa um extraordinário depoimento, único na historiografia nacional, sobre as condições de vida dos primeiros imigrantes que chegaram para trabalhar na formação da economia cafeeira de São Paulo. Emociona o leitor moderno. Davatz começa por descrever os aspectos singulares da nova terra para onde vieram seus patrícios trabalhar. Impressionam-no as enxurradas no verão, a força vegetativa da terra, as doenças que os ameaçam, pernilongos e abelhas que os picam, cobras, formigas saúvas. Destaca o "perigo" do desconhecido bicho-de-pé, larvas que lhes provocam ferimentos doloridos embaixo das unhas. Vida de Jeca Tatu. É realmente fantástico. Imaginem, há 157 anos, desembarcarem por aqui alvos povos acostumados ao gelo das montanhas, destinados a enfrentar as vicissitudes da Mata Atlântica, carpindo e colhendo café junto com escravos, morando em taperas corroídas pelo quente e úmido clima tropical. Um agravante: boa parte deles nem sequer tinha experiência na lida da terra. Atesta o historiador Sérgio Buarque de Holanda, tradutor do livro de Davatz. No rico prefácio da obra ele esclarece que, em certo sentido, havia uma política de verdadeira depuração nacional nos países de origem, que empurravam para a fila dos navios não apenas camponeses de fato, mas gente de todo tipo, incluindo bandidos e idosos, deficientes e desocupados. Não seria fácil seu destino. O martírio começava no desembarque do navio. Tudo precaríssimo. Nem a Hospedaria dos Imigrantes, construção famosa décadas mais tarde, fora ainda erguida. Recepcionados no pátio, ali receberiam as instruções sobre a fazenda onde se fixariam. Dura viagem. O grupo suíço de Davatz levou 17 dias, desde a subida da Serra do Mar até a Fazenda Ibicaba, marchando a pé, somente as crianças nas cestas das mulas, em carros de boi a caravana. Uma epopeia. Alguns navios os trouxeram. Ao todo, seguindo a receita da parceria de Vergueiro para o café, 26 colônias se instalaram em fazendas situadas nos municípios de Limeira, Rio Claro, Campinas, Amparo, Jundiaí, Pirassununga e Piracicaba. Nelas residiam, segundo levantamento da época, 251 famílias de suíços, com ascendência alemã ou francesa, um contingente de 1.180 pessoas. Maior que o de alemães, belgas ou portugueses, companheiros de ilusão. Afora as angústias da mente, saudosa do berço original, e os sofrimentos da carne, advindos do árduo trabalho na roça, surgiram desconfianças financeiras entre os colonos e o patrão. Que cresceram com frustrações na colheita. Uma sequência de ameaças e mal-entendidos criou um caldo efervescente que resultou num dos fatos históricos mais surpreendentes, e desconhecidos, da época do café: a Revolta de Ibicaba. Na véspera do Natal de 1856, um grupo de 85 colonos suíços, liderados por Davatz, pegou em armas para protestar. Sua narrativa descreve em detalhes "o levante dos colonos contra seus opressores". Mas há controvérsias sobre o ocorrido. Outros personagens depõem contra o comportamento intolerante de Davatz. Encrenqueiro era sua fama. Não houve tiros, nem violência. Mas acabara ali, naquela grita de Ibicaba, a experiência de parceria no café que trouxera ao Brasil, pioneiramente, os suíços. Assustaram-se os europeus com o episódio, suspendendo os embarques. Parecia propaganda enganosa. Quem veio permaneceu. E, duramente, venceu. Essa é a origem, entre nós, dos Heitzmann, Schmidt, Altmann, Lutz, Rupert, colonos suíços que ajudaram a construir a riqueza do Brasil. Vinte anos depois, chegaram os italianos. |
Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional
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Anno 9 - Numero 443 - Venerdì, 06/07/2012 Imigração/Immigrazione Sono quasi 644mila gli stranieri che vivono nei piccoli Comuni [it] Gli stranieri che hanno scelto un piccolo Comune come propria residenza sono 643.081, con un'incidenza sul totale della popolazione complessiva residente in tali realtà pari a 6,2%. Ta... Rete consolare Embaixada da Itália no Brasil: Aviso de admissão de empregados com contrato [pt] [it] Publicado o edital de concurso para a contratação de dois funcionários para as funções de motorista, assistente e telefonista (... Estatística/Statistica Istat: in Italia la disoccupazione giovanile è al 36,2% [it] La disoccupazione in Italia a maggio ha subito un lieve calo, ma resta altissima, al 36.2% quella giovanile. Sono i dati sul mercato del lavoro diffusi ieri (02) dall'Istat. Immediata la reaz... Italianos no Exterior/Italiani all'Estero Associazione Bellunesi nel Mondo, comunicato: sistematica cancellazione dal registro regionale dei Circoli Veneti all'estero [it] Il Consiglio Direttivo dell'Associazione Bellunesi nel Mondo assiste con amarezza e rabbia alla sistematica cancellazione, da parte dell'A... Altre notizie
Spazio dei lettori Aos amigos da oriundi pesso que mande por gentileza a revista ao meu amigo Fabio Pozzer. Un abbraccio a tutti,[ leggi tutto ] |