segunda-feira, 29 de junho de 2009

Imigrantes em Leopoldina, MG


Imigrantes em Leopoldina, MG

Imigrantes em Leopoldina, MG 



Imigrantes do Marche

Posted: 28 Jun 2009 12:56 PM PDT



Desta região temos referência a imigrantes procedentes das províncias de Ancona e Macerata. Os sobrenomes até aqui identificados foram:
Bartoli, Bedin, Carboni, Gismondi, Griffoni, Marchesini, Marinozzi, Pelucci, Porcenti, Toccafondo

Uma diferença entre os imigrantes em Leopoldina

Posted: 28 Jun 2009 07:13 AM PDT

Mandamos para o lado de lá dos mares a única mercadoria de que temos abundância: o homem.

Esta declaração do político italiano Giustino Fortunato, num discurso incluído na série de 1880 a 1910 publicada sob o título Il Mezzogiorno e lo Stato Italiano, nos faz pensar na união de dois interesses: a Italia entendia ser necessário exportar uma parte de seus habitantes e o Brasil buscava soluções para acabar com a escravidão.

Visto por este prisma, a chegada do imigrante italiano em nossas fazendas afasta qualquer tentativa de romancear o assunto. Entretanto, parece que os colonos transmitiram a seus descendentes uma outra visão, talvez por desconhecerem o que se passava na esfera do poder. Por outro lado, há que se considerar os não colonos, ou seja, os que se estabeleceram desde o início na área urbana e que talvez tenham contribuído para o nascimento das memórias familiares que tratam de fugas do alistamento militar e embarques ilegais. De modo geral, estas versões se referem aos italianos no mezzogiorno.

Segundo Gramsci em O Sul e a Guerra, o processo de unificação da Italia, realizado para atender aos interesses do capital, resultou na transferência "de todo dinheiro líquido do Sul para o Norte". Este aspecto da chamada "Questione Meridionale" parece ter sido uma das alavancas para a emigração no período imediatamente posterior à década de 1860.

Gramsci declara ser injusta a acusação de falta de iniciativa da população meridional como causa do baixo desenvolvimento da região. Para ele, o capital procura instalar-se onde são mais rentáveis os investimentos e o poder central não ofereceu condições de desenvolvimento industrial no sul. Para outros estudiosos da Questão Meridional, o carreamento de capital para o norte não deixou outra alternativa além do abandono da pátria, ainda que inicialmente pensada individualmente como temporária.

O estudo da trajetória dos que chegaram a Leopoldina antes do período denominado Grande Imigranção é dificultado pela falta de registros mais detalhados nas fontes que foram preservadas. Na pequena amosta que pudemos reunir, observamos que os chegados antes de 1888 nasceram na Campania (Pagano), Basilicata (Brando) ou Calabria, eram imigrantes com recursos próprios e viajaram sem subvenção. Portanto, não vieram estimulados pelos projetos de colonização agrícola. Entre eles estão os casos de viagens temporárias à Itália depois de aqui estabelecidos. E aqui cabe uma distinção importante.

Entre os imigrantes cuja primeira vinda ao Brasil ocorreu na última década do século XIX, indentificamos alguns casos de viagem de volta, ou seja, objetivando o retorno definitivo (Lupatini e Moroni). Mesmo que mais tarde uns poucos tenham voltado para o Brasil, classificamos como retorno definitivo as situações em que a família buscou embarque subvencionado e não deixou bens ou vínculos outros em Leopoldina. Até o momento, nesta classificação estão apenas italianos do norte.

Imigrantes em Leopoldina, MG

Imigrantes em Leopoldina, MG

Imigrantes em Leopoldina, MG 



A moradia dos colonos

Posted: 27 Jun 2009 02:02 PM PDT

La Sicilia nel 1876, obra de Leopoldo Franchetti e Sidney Sonnino, é leitura muito interessante para compreender as condições de vida dos imigrantes que se dispuseram a deixar a terra natal em busca de melhores condições de vida.

Os autores realizaram extensa pesquisa para escrever sobre as condições políticas e administrativas da Sicilia. Em muitos momentos, chama a atenção a opinião manifesta sobre o tipo de moradia que acreditamos poder resumir com o seguinte trecho (pág. 312-313):

La questione delle abitazioni della classe povera e che vive del lavoro delle sue braccia, è una delle più gravi dell'epoca nostra, e che in Sicilia ha una urgenza speciale.


Aliás, todo o capítulo II é muito esclarecedor. Sob o título Abitazioni Rurali, os autores nos fazem refletir sobre os sonhos que possam ter nascido entre aqueles que, não podendo oferecer um mínimo de conforto aos seus familiares, optaram por um país chamado Brasil, tão distante e do qual provavelmente pouco sabiam.

Quando resumimos nossos estudos sobre a moradia na Colônia Agrícola da Constança, para publicar uma coluna a respeito, não poderíamos nos estender como gostaríamos. Entretanto, acreditamos que todos quantos se dedicam ao estudo da imigração italiana para o Brasil já tiveram oportunidade de considerar que nossas Colônias Agrícolas ofereciam mais conforto para aqueles italianos.

Em Leopoldina temos referência à família Marsola, da Sicilia, provavelmente radicada no distrito de Ribeiro Junqueira. Embora pouco saibamos sobre eles, queremos crer que tenham encontrado em nossa cidade uma "habitação conveniente" como queriam Franchetti e Sonnino.

Imigrantes procedentes da Emilia-Romagna

Posted: 27 Jun 2009 08:42 AM PDT



Das províncias de Ravenna e Bologna foram encontrados, em Leopoldina, os sobrenomes Bertulli, Bertuzi, Casadio, Conti, Fachini, Federici, Franchi, Gigli, Gruppi, Guersoni, Lami, Lucchi, Mamedi, Marchesini, Martinelli, Mazzini, Mescoli, Minelli, Morotti, Pazzaglia, Pedrini, Samori, Santi, Tazzari, Vechi, Vigeti, Zamagna. Muitos deles passaram ao Brasil no início da grande fase da imigração, ou seja, entre 1888 e 1892.

sábado, 27 de junho de 2009

Blog do Ale' Italia

Blog do Ale' Italia

Blog do Ale' Italia 



O Sarau Poético Brasil & Itália

Posted: 27 Jun 2009 02:35 AM PDT




Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura, Memorial do Imigrante, Caffé Bistrô convidam :


Sarau Poético Brasil & Itália
dia 27 de junho de 2009


O Sarau Poético Brasil & Itália tem como finalidade levar ao público visitante, alguns momentos mágicos de Poesia brasileira e italiana.Você também poderá participar declamando poemas de sua autoria ou de outros poetas brasileiros ou italianos.


Coordenação: Poetisa Valdyce Ribeiro
27 de junho de 2009 (sábado)

Local: Caffé Bistrô do Imigrante
das 14h às 16h
Neste dia Entrada Franca

Bauernfest é aberta no antigo prédio da Bohemia

Posted: 27 Jun 2009 02:29 AM PDT


O prefeito Paulo Mustrangi falou sobre a importância da festa para Petrópolis, frisando que a cidade precisa reverenciar o Clube 29 de Junho.

A 20ª Bauernfest – Festa Alemã – foi aberta na noite de ontem, no prédio da antiga fábrica de cerveja Bohemia, desativada há décadas e que estava fechada até hoje. Durante dez dias, as pessoas que participarem da Bauernfest terão a oportunidade de conhecer as instalações da primeira cerveja do Brasil e ao mesmo tempo se divertir com as músicas e se deliciar com as comidas típicas.O prefeito Paulo Mustrangi falou sobre a importância da festa para Petrópolis, frisando que a cidade precisa reverenciar o Clube 29 de Junho, pois durante 50 anos vem mantendo vivas a cultura e a história alemã na cidade. "É um momento de alegria para comemorar a saga dos colonos alemães, pois deixaram uma herança que é única em toda a América Latina". Sobre o espaço da cervejaria, o prefeito agradeceu à Ambev por ter aberto o prédio para realização da festa alemã. Ele disse que vai trabalhar para que a empresa se sensibilize e abra o prédio, dando a ele um destino econômico. "Hoje estamos realizando uma festa onde promovemos o encontro da tradição e da cultura, num prédio que é histórico para a cidade". Emigdia Hoelz M. Lyrio, presidente do Clube 29 de Junho, falou sobre a importância dos 50 anos da entidade, lembrando que a Bauernfest foi uma conquista e seu objetivo é prestar uma homenagem aos colonos alemães. Ela falou que ao longo dos anos a festa transformou-se num evento turístico cultural. O presidente da Fundação de Cultura e Turismo, Charles Rossi, disse que todas as pousadas da cidade estão cheias, com grande movimento na cidade. A abertura da festa teve ainda a sangria do primeiro barril de chope e contou com a participação do Coral Municipal de Petrópolis e da Banda do 32º Batalhão de Infantaria Motorizado de Petrópolis. Durante toda a Bauernfest, será realizado o tradicional Concurso de Tomadores de Chope, Bauernband e outras apresentações no Salão de Baile da Cervejaria. No Palácio de Cristal, haverá Contos Medievais Alemães com o grupo ShowCanteQueEncante, História da Bauernfest para crianças com o Grupo Faz de Conta, apresentação de corais, teatro, show e dança, e contação de histórias com As Bisbilhotecárias e As Vovós da Praça Koblenz.

Rogério Tosta
Redação Tribuna

Veneza ganha sua primeira gondoleira

Posted: 27 Jun 2009 02:25 AM PDT


Giorgia Boscolo, primeira gondoleira mulher 'certificada', posou sobre gôndola nesta sexta-feira (26) na cidade italiana de Veneza. Primeira gondoleira em mais de 900 anos na cidade, ela passou por um teste para garantir a vaga. Giorgia tem 23 anos, é casada, tem dois filhos e 'herdou' a profissão de seu pai, também gondoleiro. (Foto: Reuters)

Começa o Festival Folclórico de Parintins

Posted: 27 Jun 2009 02:19 AM PDT


Os bois Garantido e Caprichoso (de azul) (Foto: Glauco Araújo/G1)


Cerca de 70 mil turistas são esperados no Amazonas, a partir desta sexta-feira (26), para acompanhar o 44º Festival Folclórico de Parintins, que vai até domingo (28). Na Arena dos Bois, os adversários são o Garantido e o Caprichoso. O resultado será divulgado na segunda-feira (29).

O bumbódromo, apelido popular dado para a arena, tem capacidade para 35 mil pessoas e é dividida em duas alas, a vermelha, para quem torce para o Garantido, e a azul, para quem torce para o Caprichoso.

A rivalidade entre os bois, inspirados no bumba-meu-boi de São Luís, cresceu a cada ano e passou a ser disputado de maneira mais organizada, sobre um tablado. Em 1988, o atual bumbódromo ganhou corpo e hoje é palco para o Garantido e Caprichoso mostrarem suas forças. O local passou por reforma para ampliação da área de passagem das alegorias.

Muita tecnologia hoje usada nos carros alegóricos que desfilam na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, e no Anhembi, em São Paulo, é importada do Amazonas. A forma de apresentação também difere muito dos carnavais do país. Os bois Garantido e Caprichoso se apresentam como se estivessem em uma ópera ao ar livre. O repertório de cada um tem pelo menos 20 músicas oficiais, o que não impede a agremiação de puxar sucessos do passado.

Avaliação

Encenações sobre lendas amazônicas, rituais indígenas e costumes dos ribeirinhos dão o tom do espetáculo. No total, os dois bois realizam 15 horas de apresentações durante os três dias de festival. Por noite, cada um deles é avaliado em 21 quesitos e por nove jurados. O Boi Garantido tem como tema "Emoção" e o Caprichoso, "Onde o verde encontra o azul", numa alusão à junção da floresta com o boi azul.

G1 com informações do Portal Amazônia

Le Dolomiti

Posted: 26 Jun 2009 05:36 AM PDT



La Repubblica


clique para ler a notícia

Addio a Michael Jackson

Posted: 26 Jun 2009 05:31 AM PDT

Video do Dia - Ben com Michael Jackson

Posted: 26 Jun 2009 04:30 AM PDT


Imigrantes em Leopoldina, MG


Imigrantes em Leopoldina, MG

Imigrantes em Leopoldina, MG 



Um diretor nascido na Umbria

Posted: 26 Jun 2009 07:19 PM PDT



Com a ajuda de nosso amigo Romulo Sellani, descobrimos a origem de uma família ligada à Colônia de um modo especial. É que Ferdinando Sellani foi seu primeiro diretor de obras, tendo sido também proprietário de um lote da Fazenda das Palmeiras que foi adquirido pelo estado para ampliação do território do núcleo. E Sante Sellani foi proprietário do lote de número 60 da Constança, dele tomando posse em junho de 1910. Segundo a lista de passageiros do vapor Città di Milano, a família passou ao Brasil em 1898 e instalou-se inicialmente em Juiz de Fora.

Outra família radicada em Leopoldina, com origem na Umbria, foi a De Angelis.

Pesquisa de Opinião

Posted: 26 Jun 2009 04:48 PM PDT

Todos os leitores que responderam a consulta desta semana disseram que sim, que Leopoldina deve comemorar o Centenário da Colônia Agrícola da Constança.

Esta semana temos uma nova enquete. Participe!

Lendas Familiares e Ideologia

Posted: 26 Jun 2009 02:15 PM PDT

Entre as informações recorrentes nas entrevistas com descendentes de imigrantes, algumas poderiam ser reunidas numa categoria denominada Lendas Familiares. Sabe-se que a transmissão oral e permanente de lendas está na base da tradição capaz de formar uma ideologia. Por este caminho é que tentamos compreender algumas falas.

Sabe-se que a História é construída de visões e perspectivas diversas. Cada um de nós recorre a uma série de informações para concluir sobre um fato. Em geral as conclusões estão sempre abertas a revisões que surjam a partir de novas informações. E assim tem sido no estudo da imigração em Leopoldina.

Reunindo-se estes dois pressupostos, e imaginando uma classificação dos temas das entrevistas, as Lendas Familiares de maior incidência podem ser reflexo de uma ideologia sobre a imigração entre as famílias que se transferiram para o Brasil. Pensando especificamente nos italianos, em que acreditavam quando se dispuseram a deixar seu país?

Para além de diversas outras posições, há um tipo de Lenda que interessa neste momento: a "certeza" de que a temporada no Brasil seria curta e voltariam à Itália com dinheiro suficiente para se estabelecerem como proprietários e não mais como empregados em latifúndios.

Há quem afirme que os candidatos a emigrar eram facilmente convencidos pela propaganda. Entretanto, alguns autores demonstram que a propaganda só surtiu efeito porque a cultura da emigração estava já presente no imaginário do italiano mais pobre. Tanto que, segundo um relatório de Geffcken, datado de 1889, desde a Unificação o italiano acreditava que sair de seu país era a solução para si e para a pátria que o receberia de braços abertos quando tivesse acumulado capitais trabalhando em terra estrangeira.

Casamento de Imigrantes

Posted: 26 Jun 2009 08:03 AM PDT

A revisão do trabalho A Imigração em Leopoldina vista através dos Assentos Paroquiais de Matrimônio permitiu refletir sobre algumas questões que ainda precisam ser abordadas. Uma delas refere-se à idade dos noivos, que contraria uma informação recorrente nas entrevistas realizadas com os descendentes, dando conta de que seus antepassados casavam-se por volta dos 15 anos de idade. Embora tal fato não tenha sido comprovado, levantamos a hipótese de tratar-se de uma ideologia transmitida pelos imigrantes a seus filhos.

Pesquisando sobre o assunto, observamos em Note sul Machiavelli, sulla politica e sullo Stato Moderno que Antonio Gramsci informa ser o casamento precoce uma característica do regime de propriedade fragmentada, no qual é exigido maior empenho do trabalhador e não permite o trabalho assalariado. Em outro trecho o autor aborda a limitação da fecundidade, ou diminuição da natalidade, que seria possível no estado moderno, ou Príncipe moderno por ele imaginado, em contraposição do Príncipe de Maquiavel que seria o estado monárquico que preservava os privilégios das classes superiores em detrimento das massas.

Casamento precoce e taxa de natalidade: dois temas para os próximos estudos.

Imigrantes em Leopoldina, MG

Imigrantes em Leopoldina, MG

Imigrantes em Leopoldina, MG 



Emigrados de Salerno

Posted: 25 Jun 2009 04:57 PM PDT

A presença de italianos da Campania em Leopoldina, nos anos que antecederam a grande imigração, parece confirmar o que alguns estudiosos citam como "tendência" que afetou a província de Salerno na década de 1880. Em algumas localidades, a população chegou a diminuir no período entre 1884 e 1901, dado que o número de habitantes que se dirigiam para a América era superior ao de nascimentos. Segundo Constantino Ianni, naquele período foram registradas 2.473 partidas de Castellabate, cuja população era de apenas 4.856 habitantes em 1881.

Salerno, província das mais citadas.

Posted: 25 Jun 2009 04:39 PM PDT


Entre as províncias da Campania, Salerno é a de maior incidência em Leopoldina.

Até aqui pudemos confirmar a origem na Campania das famílias
Andrea, Apprata, Brando, Caiafa, Cobucci, Eboli, Fermadi, Finamori, Gripp, Manza, Mauro, Mazzei, Pagano, Prete, Russo, Scaramucci e Sparanno.


Entre elas encontram-se os imigrantes com registro mais remoto na cidade, sendo citados já no ano de 1880.

Festa junina

Posted: 25 Jun 2009 08:07 AM PDT

Neste sábado, 27.06.2009, haverá festa junina na praça em Piacatuba, a partir das 18:00 horas, com forró, evento organizado pela Escola Dr. Pompílio Guimarães.
Não percam!

Apoio

Restaurante Bom Gosto
Praça Santa Cruz, 55
Piacatuba
Leopoldina (MG)
tel: (32) 3447-2277


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Imigrantes em Leopoldina, MG

Imigrantes em Leopoldina, MG




Zampieri, Sampieri

Posted: 24 Jun 2009 07:35 PM PDT

Elisa Zampieri, de Portugal, pede-nos informação sobre a família Zampieri ou Sampieri. Sugerimos a leitura de nossas colunas publicadas em 01.05.2008, 15.11.2008, 15.04.2009 e 01.05.2009.

Tambasco

Posted: 24 Jun 2009 01:02 PM PDT

on Wednesday, June 24, 2009 at 3:54:41 pm
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nome: Emilia Macedo

cidade: São Paulo

estado: SP

observacoes: quem foi o primeiro italiano que chegou na cidade? Estou procurando Antonio Tamboschi, um italiano que morou em Minas. Uma filha dele nasceu em Leopoldina em 1871. quero saber onde ele nasceu.

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Não temos o sobrenome de seu interesse. Entretanto, sabemos que Antonio Tambasco e seu irmão Giovanni já estavam em Leopoldina no ano de 1879.

Os mais antigos registros encontrados em Leopoldina, citando origem na Itália, são posteriores à data que você indica. Não podemos, ainda, informar qual foi o primeiro imigrante italiano a chegar na cidade. Por enquanto sabemos que Giovanni Tambasco casou-se no dia 10 de maio de 1879 e Nicola Pagano casou-se em novembro do ano seguinte.

Reiff e Raipp

Posted: 24 Jun 2009 10:05 AM PDT


on Wednesday, June 24, 2009 at 11:57:48
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nome: Alexandre Janini

cidade: São Carlos

estado: SP

observacoes: Olá, bom dia.

Sou descendente de Teófilo (Theophilo) Reiff e estou pesquisando minha ascendência na internet. Encontrei o seu site e vi em uma das páginas o que me parece ser uma grafia alternativa para o sobrenome, Raipp. Gostaria de confirmar se é isso mesmo.

Mais especificamente, estou procurando a ascendência a partir de Franz Anthon Reiff, n c.1809 na Suíça; f. 1873 em Laranjal, MG.

Agradeço qualquer informação.

Alexandre

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Os dois sobrenomes - Reiff e Raipp - aparecem nos Relatórios da Colônia Agrícola da Constança. O primeiro refere-se a Francisco Antonio Reiff Júnior, que tomou posse do lote número 17 no dia 15 de julho de 1910. Pelo que foi possível apurar, seria filho de Franz Anton Reiff e foi casado com Mariana Mendes do Vale. Entretanto, em 1890 há um Francisco Antonio Reiff no distrito de Santa Isabel, hoje Abaíba. Não sabemos se seriam apenas homônimos.

O outro sobrenome é de João Simão Raipp, morador do lote número 22 a partir de 20 de outubro de 1910. Era casado com Francisca Maria de Aguiar, com quem teve os filhos Maria da Luz (1911) e Tomé (1912).

Ambrosi

Posted: 24 Jun 2009 10:06 AM PDT

Luiziane escreveu:
[...] gostaria de saber onde nasceu Pietro Ambrosi e se é o mesmo Pietro Ambri.

Resposta:
Rosa, filha de Pietro Ambrosi e Angela Bonfante, declarou ter nascido em Angiari, Verona. Por falta de resposta à consulta que fizemos a Verona, levantamos a hipótese de tratar-se de Anghiari, Arezzo. Entretanto, nossa consulta também não foi respondida.

Quanto a Pietro Ambri, podemos apenas informar que encontramos referência ao nome como sendo marido de Isabel Marangoni com quem teve a filha Angela Valentina, nascida no povoado de São Lourenço, em Leopoldina, no ano de 1899.

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