sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Dia Nacional da Leitura
Lei nº 11.889 de 2008, que institui o Dia Nacional da Leitura e a Semana
Nacional da Leitura e da Literatura. O texto foi publicado na edição do dia
9 de janeiro de 2009 do Diário Oficial da União.
De acordo com a lei, o Dia Nacional da Leitura será comemorado em 12 de
outubro. Já a Semana Nacional da Leitura e da Literatura será aquela em que
recair o Dia Nacional da Leitura. Os dois marcos serão celebrados em todo o
território nacional.
O texto é resultado do Projeto de Lei do Senado (PLS) 539/07, de autoria do
senador Cristovam Buarque (PDT/DF). De acordo com ele, a proposição visa
valorizar e fomentar a convivência da sociedade brasileira com a produção
literária do país por intermédio da inserção no calendário brasileiro de uma
semana especialmente dedicada à literatura e, como desdobramento natural, de
um dia devotado à leitura.
O texto completo da nova lei pode ser acessado no URL:
https://www.in.gov.br:443/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=2&data=09/01/2009
UNIFESP criar biblioteca digital
13/01/2009
Redação
Jornal da Ciência
Ferramenta permite acesso livre à produção acadêmica dos cinco campi da
universidade, indexada nas principais fontes de informação científicas
nacionais e internacionais
A Biblioteca Virtual da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criada
nos mesmos moldes da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) do Centro
Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), já
está disponível para acesso livre.
Em comemoração aos 75 anos da Unifesp, a iniciativa tem o objetivo de
fortalecer e ampliar a visibilidade da universidade com a publicação na
internet de trabalhos científicos de seus cinco campi, indexados nas
principais fontes de informação científicas nacionais e internacionais,
entre as quais SciELO (Bireme/Fapesp), Lilacs, Biblioteca Cochrane e
Medline.
Além da produção da instituição publicada dentro e fora do país, os
interessados têm acesso ao diretório dos pesquisadores, anúncio de eventos
científicos e acesso às teses e dissertações defendidas e registradas pela
Biblioteca Central da instituição, além de conferir fatos importantes que
marcaram a trajetória da instituição.
O portal tem uma linha do tempo registrando os principais acontecimentos
históricos e um espaço de colaboração on-line, que promove o intercâmbio de
conhecimentos com a publicação de notícias, registro de opiniões e promoção
de discussões por meio de fóruns que permitem a interação entre alunos,
professores e pesquisadores.
O desenvolvimento da Biblioteca Virtual da Unifesp é assistido por um comitê
consultivo, formado por professores de todos os campi da universidade. O
comitê é responsável pela qualidade da biblioteca e pela aplicação de
critérios de seleção de conteúdos, linhas de ação prioritárias, discussão e
aprovação de projetos, assim como avaliação do seu crescimento, uso e
impacto.
Segundo os responsáveis, a biblioteca contará com avaliações constantes por
meio de indicadores on-line sobre os acessos realizados, as fontes mais
consultadas, os volumes de dados registrados e a opinião dos usuários.
Mais informações: http://eco.bv-unifesp.bvs.br/tiki-index.php
(Agência Fapesp, 13/1)
O Creative Commons e o direito autoral
A resposta do Creative Commons
Ronaldo refuta as acusações. Diz ele que foram recebidas duas propostas da indústria, ambas aceitas. Quando acharam que o acordo estava por sair, foi apresentada uma terceira, que também foi aceita, apesar de a redação, diz Ronaldo, ter piorado. No dia em que assinariam de vez o acordo, foi apresentada uma quarta versão do texto, refutada pelo CC. E por quê?- Esta proposta, que sequer chegou a ser enviada para nós, fazia uma distinção do mundo físico e da internet, dando menos direitos ao mundo virtual do que se tem no mundo físico - diz Ronaldo.
O representante do CC também rebate as acusações de Muller de que o Creative Commons é patrocinado por provedores, assim como o Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), da FGV. Segundo ele, o CC recolheu, em 2008, US$ 500 mil em donativos, provenientes de fundações e empresas. Do total, diz Ronaldo, apenas US$ 50 mil vieram do Google.
- Isso é totalmente falso, uma calúnia. As doações descentralizadas são a fonte mais importante de financiamento do CC - diz.Já quanto à CTS, o financiamento é feito por cursos.
- A gente coordena todos os cursos online na área de direito da FGV, são mais de 20 cursos. Já tivemos mais de quatro mil alunos nesses cursos, 1.750 só em 2008. Temos quatro projetos de pesquisa, financiados pela Fundação Ford, pelo Open Society Institute, pela FINEP e pelo IDRCRonaldo também comentou a afirmação de Muller de que o Creative Commons tem baixa adesão, inclusive por parte do padrinho do movimento, Gilberto Gil. Segundo Muller, Gil teria apenas uma música licenciada em CC. Ronaldo lembra que Gil tem um disco inteiro em CC, "O sol de Oslo". E outros artistas?
- A adesão é crescente. Os últimos números mostram mais de 150 milhões de obras licenciadas no mundo. Além disso, o disco que mais vendeu nos EUA em 2008, em formato digital, foi o "Ghosts I-IV", do Nine Inch Nails, licenciado em Creative Commons - diz, citando ainda a recente adesão de Barack Obama, presidente eleito dos EUA, à ideia do CC. - Não somos nós que estamos de má-fé. É preciso lembrar que a ABPD e as gravadoras têm, em seus catálogos, menos de 90 artistas. Eles não têm legitimidade para falar em nome dos artistas brasileiros (...)
Veja matéria completa:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/12/a-resposta-do-creative-commons-655661752.asp
Call for Participation:International Conference on Knowledge Networking in ICT Era;22-24 Jan 2009; Chennai, India
International Conference on Knowledge Networking in ICT Era
[http://crescentlib.googlepages.com/knict or http://autolib-india.net/salis/salis2008.asp]
Dates: 22-24 Jan 2009
Venue: B.S. Abdur Rahman Crescent Engineering College, Chennai, India
Jointly organised by
B.S. Abdur Rahman Crescent Engineering College, Chennai, India
&
Society for the Advancement of Library & Information Science (SALIS), India
There will be a Pre-Conference Tutorial on Moodle e-learning software and a Special UNESCO Session on Information, Media and Digital Literacy
Pre-Conference Tutorial
Topic: e-Learning: Creating online virtual courses using Moodle
Date: 22.1.2009 (11.00 a.m.to 5.00 p.m) (theory & practical sessions)
Special UNESCO Session
Topic: Information, Media and Digital Literacy
Date: 23.01.2009 (3.30 p.m. to 6.30 p.m)
For more details and Registration Form, click here: http://crescentlib.googlepages.com/knict
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Anup Kumar Das
New Delhi, India
http://anupkumardas.blogspot.com/
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Memória, Aprender e Conhecer
Pesquisa com resultados liberados neste janeiro de 2009 vêm comprovar esta configuração de interiorização da informação:
Esta novas descobertas mostram uma condição de funcionamento do cérebro que muda rapidamente entre as as atividade de lembrar e de aprender, que não podem ser simultâneas mas cuja combinação é necessária para interações sociais, o dialogo, a troca de enunciados com um outro e interiorização da informação pela escrita em seus diferentes formatos.
A descoberta, de cientistas da Universidade de Amsterdã e da Universidade Duke, foi publicada na Public Library of Science (www.plos.org). Os pesquisadores indicam que existe uma espécie de comutador cerebral para mudar rapidamente a atividade entre o processo de lembrar e o de aprender, que não podem ser simultâneos. (4)
Segundo os cientistas a lembrança e a aprendizagem mantêm uma constante concorrência no cérebro do ser humano. Os dois processos não podem acontecer ao mesmo tempo e tentam competir para conseguir prioridade. Esta região pode atuar como um comutador no cérebro: sua função consiste em mudar rapidamente do modo "aprender" ao modo "lembrar" e vice-versa.
A ciência da informação usando achados da Psicologia indicou este comportamento desde 1959, com as condições de evidências baseadas na tecnologia da época. (2)
Caso interessar saber mais siga as indicações da lista abaixo:
(1) Guilford,J.P. , Three Faces of Intellect, Americam Psychologist, v. 14 , n. 8, 1959.
(2) A transferência da informação para o conhecimento (mostra o cubo do conhecimento de Guilford)
http://aldoibct.bighost.com.br/A%20transfInform.pdf
(3) Farradane, J. , Relational Indexing and Classification in the Light of Recent Experimental work in Psychology, Information Storage and Retrieval, vol 1, pp 3-11, 1963
http://tinyurl.com/ayucmt
(4) Comutador cerebral" faz funções de lembrança e aprendizado acontecerem quase ao mesmo tempo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u489696.shtml
(AAB)
Certidões de Nascimento de Antepassados em Portugal para obter cidadania e Serviços de Genealogia em Portugal
Visto que há cada vez mais luso descendentes a pretender obter cidadania
portuguesa, sobretudo agora que saíu a nova lei da nacionalidade em Portugal
(Lei 2/2006 de 17 de Abril) que está on line em:
http://www.acime.gov.pt/docs/Legislacao/LPortuguesa/Nacionalidade/Lei_organica_2_2006_17_Abril.Nacionalidade.pdf
(ter em atenção o n º 4 do artigo 6, em que qualquer pessoa que prove que
é descendente de português até ao 2 º grau é-lhe concedida nacionalidade
portuguesa! Há casos em têm bisavô português, então o pai pede
nacionalidade, depois de o pai obter, já dá para os netos!). Pelo que
precisam das certidões de nascimento dos antepassados que se poder prova que
tem pelo menos avô/avó português
encontram aqui em Portugal (para provar que têm antepassado português. Eu
faço em part-time do meu trabalho, o trabalho
de pesquisa desses documentos em Arquivos e Conservatórias deRegisto Civil.
Tal como também faço pesquisa de Genealogia.
Se estiver a necessitar destes serviços ou souber de alguém que necessite
destes serviços, não hesite em me contactar que eu farei as pesquisas e
obterei as certidões. Sou Licenciado em História e Pós Graduado pela
Universidade de Coimbra.
Caso esteja interessado nos serviços, por favor, na resposta, indique os
seguintes elementos relativos ao seu antepassado para proceder à busca do
registo (envie o maior número de dados possível):
- NOME
- FILIAÇÃO
- DATA NASCIMENTO
- FREGUESIA (Aldeia) E CONCELHO (Vila ou Cidade) ONDE NASCEU EM PORTUGAL
Os melhores cumprimentos,
Rui Lopes
NÃO ESQUEÇA QUE OBTENDO CIDADANIA PORTUGUESA TEM ACESSO A TODA A UNIÃO
EUROPEIA COM BILHETE IDENTIDADE PORTUGUÊS
Campesinato negro no pós-abolição: migração, estabilização e os registros civis de nascimentos: Vale do Paraíba e Baixada Fluminense, RJ (1888-1940)
Campesinato negro no pós-abolição: migração, estabilização e os registros civis de nascimentos: Vale do Paraíba e Baixada Fluminense, RJ (1888-1940)
Carlos Eduardo Coutinho da Costa
Rio de Janeiro, UFRJ, dissertação de Mestrado, 2008. Disponível em:
http://www.dominiop
RESUMO. Na presente dissertação
__,_._,___
Busca de Certidões
Interessante essa decisão da Corregedoria do TJRJ, publicada no dia 12/12/08, fls.11 (administrativo) no Diário da Justiça, pois a
CASA DA CIDADANIA MUNICÍPIO DE BALNEÁRIO
CAMBOIU/SC
HILLEN CHRISTHYAN ALVES MOLINA
D E C I S Ã O
Trata-se de requerimento da Casa da Cidadania do Município de
Balneário Camboriú Santa Catarina, no qual solicita auxílio na
busca junto aos Registros Civis das Pessoas Naturais da Capital
para localização da certidão de nascimento do Srº Hillen
Christhyan Alves Molina.
Expedidos os ofícios aos RCPN's da Comarca da Capital, pelos
mesmos foram realizadas buscas, tendo a 4ª Circunscrição de
RCPN do Rio de Janeiro informado às fls. 37 que localizou o
assentamento e encaminhou ao Tribunal de Justiça do Estado de
Santa Catarina a segunda via da certidão de nascimento da
pessoa suso mencionada.
Às fls.
recebimento da certidão de nascimento postulada e agradece os
préstimos da Corregedoria-
RCPN's da Cidade do Rio de Janeiro.
Assim, considerando o atendimento do requerido às fls. 02,
arquivem-se os autos.
Sem prejuízo, oficie-se aos RCPN's das 2ª e 3ª Circunscrições da
Capital para desconsiderarem a solicitação formulada nos ofícios
nºs 1513 e 1514, reiterada nos ofícios nºs 1941 e 1942,
respectivamente, considerando o atendimento do requerido.
Rio de Janeiro, 04 de dezem
MARIA ISABEL PAES GONÇALVES
Juíza de Direito
__,_._,___
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
PORTAL ITALIA TRAZ NOVIDADES PRA VOCÊ
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Informativo da Revista de História da Biblioteca Nacional - Janeiro - 2009
VOCÊ PEDIU, NÓS ATENDEMOS
Não conseguiu comprar nas bancas? Não perca mais nenhuma edição: receba em casa a Revista de História da Biblioteca Nacional todo mês. Aproveite nossa promoção de lançamento e assine a Revista por um ano com desconto especial para pagamento à vista ou parcelado em 3x sem juros. Acesse já: revistadehistoria.com.br/assinaturas
VEJA NAS BANCAS:
O corpo em pedaços: O corpo em nove temas: nádegas das escravas, travestis na Colônia, a tanga de Gabeira, a feiúra da família real...
Mil e uma receitas sexuais: Entre a obrigação de procriar e a prevenção do pecado, afrodisíacos e anafrodisíacos se espalharam pela Europa.
A vinda vem em ondas: O surfe já foi associado a diferentes tipos de comportamento jovem. Deslizando acima dos estereótipos, ele nunca sai de moda
CONFIRA NO SITE:
De marré o quê?
Um mistério acerca de uma canção infantil: afinal, o que significa ser "pobre de marré deci"? Já pesquisada por Villa-Lobos e Cecília Meireles, a canção tem suas origens reveladas.
Um poeta no fim do túnel
Lançada recentemente, a poesia completa de Ferreira Gullar revela a diversidade de sua obra, que vai do apelo popular dos cordéis à arte engajada durante os 'anos de chumbo'.
Medicina, ontem e hoje
Com dez mil peças, Museu da História da Medicina do Rio Grande do Sul guarda relíquias de antigas práticas terapêuticas. Recém-empossado, o diretor Éverton Quevedo fala dos planos para 2009.
Imaginação histórica
Em entrevista exclusiva, José Saramago discute o papel da História em sua obra e afirma a imaginação como uma via possível para a narrativa histórica.
História perdida
Museu Paraense Emilio Goeldi anunciou o furto de quarenta obras raras de história natural, com prejuízo de mais de 200 mil dólares. Já o estudante de biblioteconomia Laessio Rodrigues, responsável pelo desvio de peças de instituições de todo país, foi condenado recentemente a cinco anos de prisão.
Informação que vale ouro
Em visita ao Brasil, Antonio Negri e Michael Hardt discutem o capitalismo na era da informação em Fórum sobre direito autoral realizado no Rio de Janeiro.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Educação é limite maior à inclusão digital
Felipe Zmoginski, de INFO Online
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SÃO PAULO - Um estudo feito pela Cisco em 20 cidades de vários países emergentes mostrou que a educação é o principal obstáculo à inclusão digital.
O estudo ouviu usuários no Brasil, México, Rússia e Índia sobre o uso da internet. A quase totalidade dos entrevistados considerou importante ter acesso à web, mas um terço deles disse não procurar um computador para usar a internet.
De acordo com o diretor de estratégias para emergentes da Cisco, Henrique Rueda-Sabater, a educação é o item mais citado pelos entrevistados para não usar a internet.
"As pessoas alegam dificuldade em entender como funcionam os computadores."
Depois, aparecem obstáculos como dificuldade de comprar um PC e de pagar por banda larga", diz Henrique.
O estudo apontou que as mulheres de um modo geral e homens com mais de 40 anos são os grupos com menos acesso à web.
"As novas gerações tem total intimidade com a internet, mas pessoas mais velhas e, em especial, mulheres que não trabalham fora de casa, apresentam maior necessidade de orientação para usar a web", diz Henrique.
Livros eletrônicos
Daniela Arrais
Folha Online
O professor de idiomas Giuliano Reali, 30, começou a ler livros digitais
quando o escritor Stephen King lançou "Riding the Bullet", em 2000. Logo
depois, quis ler um título que não existia no Brasil e acabou adquirindo a
versão eletrônica em um site. Desde que comprou um smartphone, ler e-books
se tornou tão comum quanto usar o e-mail ou consultar o GPS.
No dia-a-dia de Reali e de inúmeros leitores, os e-books já são realidade. O
mercado editorial busca soluções para atender a esse tipo de leitor, que
forma um contingente que vem ganhando expressão, segundo dados da pesquisa
Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao
Ibope: 3% (ou 4,6 milhões de pessoas) do universo estudado, que equivale a
92% da população brasileira, lêem livros digitais e 2% (ou 2,9 milhões) usam
audiolivros.
No universo de leitores, que corresponde a 95 milhões de pessoas, 7% (ou 7
milhões) baixam livros gratuitamente da internet, segundo a pesquisa.
Editoras investem em catálogos digitais. A inglesa Random House
(www.randomhouse.com) anunciou na semana passada que está disponibilizando
milhares de livros nesse formato -já existem 8.000 títulos e a idéia é
chegar a 15 mil, segundo a Associated Press.
No Brasil, a Lex Editora (www.lex.com.br) tem obras digitalizadas sobre
legislação. A partir de uma assinatura, que custa entra R$ 420 e R$ 2.000, a
editora permite acesso ao conteúdo, que pode ser lido por celular ou PDA.
Vantagens
Para Reali, a principal vantagem dos e-books é a mobilidade. "Não acho nem
um pouco cansativo. Acho até mais fácil de segurar um smartphone do que um
livro aberto. A iluminação passa a ser secundária, você pode até mesmo ler
no escuro, pois a tela do telefone basta."
No entanto, ele acha que a tecnologia ainda tem muito a crescer no Brasil.
"O brasileiro é muito impermeável ao uso de conveniências eletrônicas. As
pessoas te olham como um ET ou um nerd quando te vêem lendo um e-book ou
usando a função GPS no seu celular, quando, na verdade, você está apenas
dando um passo para tornar a sua vida mais prática."
Mago
Para o best-seller Paulo Coelho, editores são tão ruins quanto os monges
copistas que lamentavam a chegada dos livros impressos no século 16 --ele
declarou isso na Feira de Frankfurt, em outubro.
Para o mago -que disponibiliza seus livros em
www.piratecoelho.wordpress.com --, há uma falta de entendimento sobre a
internet fazer parte da indústria.
"Em vez de olharem a nova mídia como uma oportunidade de criar novas formas
de promoção, editores se concentram em criar microssites, que são
completamente fora de moda, e alguns se queixam dos "infortúnios" das outras
indústrias culturais, percebendo a internet como inimiga", disse.
Direito autoral - Advogados defendem mudança em lei autoral para legalizar xerox
.
Eduardo Tramarim
Câmara dos Deputados
O coordenador-geral de Direito Autoral do Ministério da Cultura, Marcos de
Souza, defendeu nesta terça-feira uma nova legislação sobre o tema, que
contemple a legalização das cópias xerox. Segundo ele, esse assunto tem sido
tratado como caso de polícia, mas deveria ser abordado como política
pública. Para Souza, também é necessário haver uma redefinição do papel do
Estado no campo dos direitos autorais. "Com o atual marco regulatório, o
Estado não tem condições de ser eficaz na fiscalização e na arbitragem do
setor", argumentou ele, durante audiência pública sobre o tema promovida
pela Comissão de Educação e Cultura.
Segundo o advogado Guilherme Carboni, a restrição às cópias xerox afeta o
direito à educação. Ele argumentou que o acesso a informações não representa
uma quebra de direitos autorais.
Carboni pediu que as leis sobre esses direitos sejam adaptadas aos avanços
da informática: "As novas tecnologias trazem transformações sociais e
econômicas que geram a necessidade de uma mudança do direito autoral,
principalmente em setores mais críticos para um país em desenvolvimento,
como a educação. Eu defendo que a lei seja revista para atender à demanda
por um acesso maior a informações."
A Lei 9610/98, que rege os direitos autorais no Brasil, tem sido criticada
por especialistas pelo fato de não estabelecer um equilíbrio satisfatório
entre o direito ao acesso público a informações, garantido pela
Constituição, e a proteção do direito do autor.
Patrimônio
Porém, representantes de artistas e o Escritório Central de Arrecadação e
Distribuição de direitos Autorais (Ecad) defenderam a atual legislação. O
presidente da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos
Intelectuais, o cantor Silvio Cezar, defendeu que o livre acesso à cultura
precisa ser feito de forma justa, sem dilapidar o patrimônio do autor.
"A Constituição prevê o livre acesso, mas não podemos esquecer que a cultura
é produzida por profissionais que vivem do seu trabalho. Como vamos resolver
essa questão? Como vamos propiciar o acesso à cultura sem prejudicar o
criador, que depende de sua obra para sobreviver?" indagou.
O deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) afirmou que esse debate é importante para
a produção cultural do País, e que uma nova legislação é necessária. "Há uma
transformação muito grande do ponto de vista das tecnologias de reprodução e
de acesso aos bens culturais. A internet está aí. Então, é preciso haver uma
nova lei que contemple o direito de acesso à livre informação e também o
direito de autor", concluiu.
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Prof. Murilo Bastos da Cunha, Ph. D.
Universidade de Brasília/Dept. Ciência da Informação e Documentação
Campus Universitário
Brasília, DF 70900-910 Brasil
blog: http://a-informacao.blogspot.com/
II Congreso Internacional de Investigación en Ciencia de la Información
La Terminología y los Usuarios de la Información
Medellín, Colombia Mayo 4 al 6 de 2009
La Universidad de Antioquia a través de la Escuela Interamericana de
Bibliotecología y el Centro de Investigaciones en Ciencia de la Información
(CICINF), convoca a profesionales, docentes, investigadores y estudiantes de
pregrado y posgrado en bibliotecología, biblioteconomía, documentación y
ciencia de la información, así como a profesionales de disciplinas afines
vinculadas al proceso de transferencia de la información, a participar y
proponer ponencias para el II Congreso Internacional de Investigación en
Ciencia de la Información, el cual tiene como temas centrales la
terminología y los usuarios de la información. El evento se realizará del 4
al 6 de mayo de 2009 en la ciudad de Medellín, Colombia.
Para mais informações: http://bibliotecologia.udea.edu.co/
Wordia: um dicionário textual e visual
Existem centenas de dicionários eletrônicos na internet. Muitos deles são
produtos da migração do formato impresso para o digital; outros são
"nascidos digitalmente". É sabido também o enorme sucesso do You Tube e
serviços congêneres que possibilitam a publicação e divulgação de vídeos. O
Wordia [URL: www.wordia.com/] é um dicionário diferente que agrega as
funções normais de um dicionário eletrônico (que dá as diversas acepções de
uma determinada palavra) com as potencialidades informativas do vídeo. Além
disso, ele é feito sob a forma colaborativa dos usuários. Vale a pena dar
uma olhada, tanto nas definições quantos nos vídeos. Um alerta: infelizmente
o vocabulário ainda se refere a termos da língua inglesa. Quem sabe não
poderíamos ter uma versão para a língua de Saramago e de Jorge Amado?
Murilo Cunha
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Prof. Murilo Bastos da Cunha, Ph. D.
Universidade de Brasília/Dept. Ciência da Informação e Documentação
Campus Universitário
Brasília, DF 70900-910 Brasil
blog: http://a-informacao.blogspot.com/